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A importância do uso do mosquiteiro

Usar ou não usar o mosquiteiro para berços e carrinhos?

Muitas mamães ainda ficam em dúvida sobre comprar ou não, esse item tão importante, que protege as crianças de mosquitos, pernilongos e insetos em geral. A resposta depende muito da região onde você reside e também da época do ano em que seu bebê vai nascer.

Mães das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste sabem que o mosquiteiro é uma peça indispensável do enxoval pois as cidades são bem quentes e têm muitos pernilongos e mosquitos. Já as do Sul e Sudeste preferem utilizar o acessório somente nas estações mais quentes, quando a quantidade de insetos aumenta, principalmente por causa da dengue.

A maioria das dúvidas sobre colocar o mosquiteiro está ligada ao acúmulo de poeira, principalmente nas grandes cidades. Mas essa questão, na verdade, é bem simples de solucionar, visto que os mosquiteiros são feitos de tule, renda ou filó e secam muito rápido após uma lavagem simples.

Nenhuma mamãe deve arriscar ver seu bebê cheio de picadinhas de pernilongos, mesmo porque, a pele deles é bem delicada e pode até desencadear alergias. Por isso, alguns pediatras indicam o mosquiteiro mesmo que vocês durmam com o ar condicionado ligado, para evitar as picadas noturnas.

Mosquiteiro X Repelentes

Se você está pensando em não usar o mosquiteiro, fique atenta e tenha cautela quanto ao uso de repelentes no quarto ou sobre a pele delicada dos pequenos. Os repelentes para a pele contém substâncias que podem fazer mal ao bebê, principalmente nos primeiros seis meses. As opções em aerosol ou tomada possuem substâncias tóxicas e não devem ser usadas com a presença da criança no mesmo cômodo.

Sendo assim, se você decidir proteger seu bebê com um mosquiteiro, escolha um modelo que considere de boa qualidade, mantenha-o sempre limpo e livre de poeira, além de deixar bastante espaço no berço, para que a criança não consiga puxá-lo. Durante o dia, ele pode até ficar aberto, mas certifique-se de que não há mosquitos dentro do berço (ou carrinho) antes de fechá-lo.

Você encontrará uma variedade enorme de mosquiteiros no mercado, seja para berços ou carrinhos. A maioria dos kit berços vendidos em grandes lojas já inclui um mosquiteiro varal, que você coloca no suporte que já vem no berço. Muitas mamães preferem os modelos presos ao teto ou na parede, como um charmoso dossel, que vai deixar a decoração do quarto ainda mais delicada e cheia de charme.

Doenças causadas pelo Aedes aegypti

Aedes aegypti, é o grande vilão das famílias que possuem recém-nascidos em casa. Embora seja um mosquito miúdo de apenas 7 milímetros, é capaz de transmitir numerosas doenças diferentes, entre elas se destacam: a dengue, o zika vírus, a febre amarela e a chikungunya.

Zika vírus

Após a picada do mosquito, a doença pode ou não se desenvolver. Os sintomas são: febre, erupções avermelhadas em todo o corpo, conjuntivite (algo que não acontece nas outras doenças), mal estar geral, artrite nas mãos e pés. Também podem acontecer, em alguns casos, diarreia e dor nos olhos. Os sintomas desaparecem em 5 – 7 dias.

Estuda-se a relação entre o aumento de bebês com microcefalia nas áreas afetadas pelo zika vírus. O vírus, cuja origem é Uganda (África) cruzou o continente americano e já se converteu num pesadelo, sobretudo em países como o Brasil e Colômbia, onde já é considerado uma epidemia.

Dengue

Essa doença transmitida pelo mesmo mosquito, manifesta alguns sintomas muito similares aos do zika vírus. No início aparecem febre e dores musculares. No entanto, no caso da dengue, a febre é muito alta e as dores nas articulações muito fortes, quase insuportáveis em alguns casos. Entre seus sintomas podemos citar: náuseas e vômitos, dores fortes de cabeça e uma dor localizada atrás dos globos oculares.

Chikungunya

As dores que aparecem na chikungunya são consideradas insuportáveis. De fato, o seu nome vem de uma palavra africana que significa ‘dobrar-se de dor’. Os primeiros sintomas chegam uns 3 ou 7 dias depois da picada. Além dessas terríveis dores nas articulações, também acontecem náuseas, febre alta e erupções cutâneas em forma de brotoejas de cor púrpura que coçam muito. A diferença das outras três doenças é que os gânglios linfáticos se inflamam e pode sangrar o nariz. O mal desse vírus é que seus efeitos duram meses, inclusive pode se converter em dores crônicas nas articulações. Infelizmente no momento não existe vacina para a enfermidade.

Febre amarela

Essa doença afeta, sobretudo países da África, América Central e América do Sul. Os sintomas levam o paciente a sofrer febre, dores nas costas, calafrios, cefaléias, náuseas e perda de apetite. Se a doença se agravar pode ocorrer icterícia, vômitos e sangramentos internos e das mucosas.

Orienta-se que as pessoas que quiserem viajar para áreas com grande ocorrência da febre amarela, tomem a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem.

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